sábado, 4 de abril de 2009

ALUNOS DE ADMINISTRACAO OTIMISTAS COM G20 DE LONDRES

Artigo de opinião

Futuros administradores são otimistas

Por: Raide Namuali

Estudante de administração
Faculdade Campo Real

Em plena crise financeira global, um inquest realizado no dia 01/04/2009 um dia antes da reunião do G20 que tinha lugar em 02/04/2009 na capital do Reino Unido (Londres), foram ouvidos os acadêmicos do curso de administração do 4º ano. O inquest foi realizado em duas instituições de ensino superior, UNICENTRO e Faculdade Campo Real, esta primeira é pública e a outra privada.
O público alvo do inquest eram alunos do 4º ano do curso de administração de empresas, com objetivo de perceber o nível de otimismo dos futuros administradores e suas expectativas sobre o tema crise financeira mundial a ser debatido no G20 de Londres.
Cada aluno podia escolher uma opção segundo a sua opinião “ótima, boa, ruim”. Mesmo conscientes com a turbulência financeira que o mundo hoje está vivendo estes futuros profissionais que até 2010 estarão disponíveis no mercado de trabalho, acreditam que o G20 trará uma boa esperança a sociedade assim como ao mercado financeiro. Uma coisa muito curiosa é que o administrador é aquele que tem a função de planejar, organizar, coordenar e controlar veja as futuras e futuros chefes das empresas o que responderam ao inquest: 66% têm boa expectativa das resoluções do G20, 21% estão otimistas com a reunião dos paises mais ricos e emergentes e 13% acham que o G20 de Londres trará uma esperança ruim para a sociedade. O inquest ouviu 77 alunos de ambas as instituições de ensino superior, UNICENTRO e Faculdade Campo Real.
Até ao final do dia 02/04/2009 da quinta-feira mais esperada sobre a solução da crise mundial que faz recordar as cicatrizes do século XX, a crise nos anos 1930, os lideres do G20 de Londres mostraram que agora é tempo de unir as forças e dizer não a crise.
Um dos grandes avanços do G20 de Londres é imposição de sanções a paraísos fiscais, Rodada Doha de liberalização do comercio mundial e o protecionismo. Pelo menos até aqui o futuro boss pode considerar um passo importante.
Vale lembrar os pontos que foram propostos pelos responsáveis por 90% da produção econômica e 80% do comércio mundial:

Desacordo sobre os remédios para a recessão mundial, o reforço da regularização do setor financeiro, a luta contra os paraísos fiscais, a remuneração dos banqueiros, o aumento dos fundos do FMI para ajudar os paises mais frágeis, a rejeição aos reflexos protecionistas e a questão dos câmbios.

Esta a ultima questão não aparecia oficialmente na agenda, mas a China e a Rússia estavam interessados em contestar a hegemonia do dólar, mas os lideres evitaram estressar o líder americano Barack Obama já que ele está sendo camarada de todos e para todos convidando os excluídos à mesa da ceia.
O G20 anunciou um investimento de US$ 1.1 trilhão para, encurtar a recessão, deste montante US$ 750 bilhões deve ser destinado ao FMI e, US$ 250 bilhões para impulsionar o comércio global US$ 100 bilhões para ajudar especialmente os paises mais pobres afetados pela turbulência econômica.
Mas, o que esperar a curto prazo do G20, o anfitrião do encontro Gordon Brown, deixou muito claro ao encerrar a reunião não há “ consertos rápidos” para enfrentar a crise, mas as promessas anunciadas pelos paises do G20 poderão encurtar a recessão e salvar empregos.
Vamos fazer um giro pelo mundo das expectativas sobre as resoluções do G20 de Londres:

Na Ásia:

Este continente é o mais habitado do planeta, mas a pobreza também é visível. A China pode não comemorar a decisão de imposição de sanções a paraísos ficais já que o seu slogan é vem produzir na China “nós somos os mais baratos do mundo”, mas a Índia não se incomoda com a decisão, orgulha-se de ser o país que atualmente forma mais administradores no mundo e mão de obra bem qualificada.

E a África:

Este continente cresce a passos de camaleão, falta de dinheiro, tecnologia, o terceiro continente maior de extensão com pouco mais de 650 milhões de habitantes, pode ser o melhor destino para os investidores do século XXI, uma revista de negócios intelligent business publicado na África do Sul em colaboração com o Banco Mundial, revelou no mês passado (março) que este continente é responsável por 75% de retorno de investimentos globais.
Este continente também sofre de preconceito da mídia internacional, o que a mídia traz na praça deste povo é o HIV SIDA, ou seja, Adis e conflitos, coisa para refletir conflitos para um povo que pouco entende de arma de fogo, algo está errado. Neste continente tem terras férteis para se trabalhar e ganhar dinheiro como acontece em qualquer parte do mundo.

América latina e o G20:

Com o rompimento do protecionismo e a Rodada de Doha, sem dúvida o Brasil vai ganhar muito espaço no mercado externo, motivo de sobra para comemorar. Foram anos e meses em que o Brasil se opunha sobre a Rodada de Doha que dava restrição de acesso ao mercado global, sobretudo aos paises emergentes. Na América Latina o Brasil exerce um papel importante para a comunidade internacional, apesar de a mídia internacional colocar esta região com olhar de bastão de narcotráfico de drogas da Colômbia.

Oriente médio:

Para os escribas a crise financeira faz pouca diferença, este povo nasce com a consciência de pensar o amanhã, eles são os donos do capitalismo. Com essa gente os plebeus sofrem de preconceito, aqui o businessman ou businesswoman são os mais respeitados na sociedade. De cada US$ 100 dólares do lucro obtido 60% vão para a poupança, gastar o que não tem aqui não funciona o verdadeiro macroeconômico. Também esta sociedade é formada de gente inteligente não puxam saco dos ocidentais falam o que pensam, na região da faixa de Gaza, Israel, Palestina as terras não são férteis, mas a agricultura daqui é uma das mais cobiçada do mundo são os verdadeiros transformadores de água em vinho.







sábado, 28 de março de 2009

VOCE SABE NEGOCIAR

CONCEITOS BÁSICOS

Negociação é o processo de buscar aceitação de idéias, propósitos ou interesses visando ao melhor resultado possível, de tal modo que as partes envolvidas terminem a negociação consciente de que foram ouvidas, tiveram oportunidades de apresentar toda a sua argumentação e que o produto final seja maior que a soma das contribuições individuais.
O que é importante observar nesta definição é que ela envolve alguns conceitos extremamente significativos para o executivo, quais sejam os do processo, consenso e sinergia, e que também no processo de negociação se fazem necessárias habilidades em tomada de decisão, comunicação, motivação, administração de conflitos e de reunião. Isto nos indica que o treinamento em negociação, além de extremamente necessário, se constitui numa maneira pela qual as habilidades básicas de um administrador podem ser consolidadas, bem como acrescentados novos pontos de vista sobre elas. Senão vejamos.
Negociação, sendo um processo, ocorre no tempo, em relação ao qual temos que considerar suas três dimensões básicas: futuro, presente e passado, que correspondem a três momentos do processo administrativo, quais sejam, planejamento, execução e controle. A idéia de processo é fundamental e, embora seja muitas vezes aceita como tal em termos teóricos, não o é em termos práticos, ou seja, comportamentais. E se os conhecimentos teóricos não forem transformados em prática, constituindo a unidade teórica-prática, eles de nada servirão, criando apenas a ilusão do falso conhecimento.
Ouvir, dando oportunidade à outra parte de manifestar todos os seus argumentos. Falar e ser entendido podendo usar para isto de todos os recursos legítimos ao seu alcance. Poder conviver com a solução encontrada, pois ela não contraria os valores das partes. Isto é consenso. O consenso em si não importa, obrigatoriamente, na escolha da melhor solução, uma vez que o básico para que ele exista seja a ocorrência das três condições anteriormente mencionadas. Mas é justamente aí que entra o conceito de sinergia, ou seja, de que o produto final seja maior que a soma das partes. Assim sendo, temos o consenso em sinergia. É sempre oportuno lembrar que a busca da sinergia, justamente com a de eficácia, deve ser uma preocupação de todo executivo, gerente.
Os obstáculos a cingiam costumam ser de três ordens. A primeira ordem de obstáculos está relacionada com falhas no processo de realização da tarefa. A mais comum delas é simplesmente negar a necessidade de uma definição clara deste processo e proceder-se, aleatoriamente, num ensaio e erro desordenado. A segunda ordem de obstáculos está relacionada ao processo comportamental. Existem, basicamente, nas situações de relacionamento interpessoal, três tipos de comportamentos, quais sejam: os voltados para manutenção, para a tarefa e para o eu. O primeiro é importante para a continuidade do relacionamento. O segundo para que a tarefa seja efetivamente realizada. Já os comportamentos voltados para o eu são comportamentos destrutivos, que denotam uma preocupação muito maior mesmo do que com a realização de uma atividade que possa trazer benefícios comuns. São comportamentos do tipo perde/ganha. A terceira ordem de obstáculos à sinergia está vinculada ás percepções, atitudes e, sobretudo aos valores dos participantes e conseqüentemente, às suas filosofias existentes. Estes aspectos são dos mais relevantes e têm merecido, ultimamente, uma considerável dose de atenção dos estudiosos e praticantes de administração, cabendo citar entre eles W. Ouchi, Peter e Waterman.
O processo de negociação é também muito semelhante ao processo de tomadas de decisão. Em certo sentido, pode-se dizer que a negociação não é nada mais do que uma tomada de decisão. Cabe sempre lembrar que, dentro da concepção sistêmica de organização, o processo de tomada de decisão, justamente com o de comunicação, é um dos processos básicos para a integração das partes do sistema. Tomada de decisão, assim como negociação, importa num diagnóstico da situação atual, na formulação de objetivos, no estabelecimento de alternativas e de critérios para a decepção, bem como no planejamento, implantação e controle da decisão tomada.
E a comunicação? Sem comunicação não há negociação, como igualmente não há administração. Comunicação é o processo pelo qual uma idéia é transmitida de uma fonte para um receptor, com a intenção de modificar seu comportamento. Importa na compreensão do relacionamento símbolo-significado, bem como no processo de “feedback”, seja ele positivo ou negativo. A esse respeito, é sempre oportuno lembrar que Blanchard e Johnson, em o “Gerente Minuto”, tratam basicamente de três pontos. Formulação de objetivos, “feedback” positivo e “feedback” negativo.
Qual será a motivação do outro negociador? A esse respeito, podemos nos socorrer das teorias do conteúdo de Maslow e Alderfer, bem como das de processo de Vroom e Adams, que nos mostram não apenas a natureza das necessidades humanas básicas, mas igualmente os processos que ocorrem na busca da satisfação das mesmas.
Desde que haja idéias divergentes, há conflito. A questão não está no conflito em si mesmo, mas no nível em que o conflito se encontra. Os conflitos podem ser positivos e fontes de criatividade e renovação, se forem bem trabalhadas e os impasses superados.
O desenvolvimento da habilidade de negociação pressupõe a abordagem de pelo menos três áreas:
Habilidades de relacionamento (interpessoal) (A) pode ser entendido como a utilização de uma metodologia que permite ao negociador durante o processo de negociação:

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

CONHEÇA AS FUNÇÕES DA OMC

Funções da OMC

A OMC entrou em funcionamento em 1º. de Janeiro de 1995. Suas funções são: gerenciar os acordos que compõem o sistema multilateral de comércio[4] , servir de fórum para comércio internacional (firmar acordos internacionais), supervisionar a adoção dos acordos e implementação destes acordos pelos membros da organização(verificar as políticas comerciais nacionais).
Outra função muito importante na OMC é o Sistema de resolução de Controvérsias da OMC [5], o que a destaca entre outras instituições internacionais. Este mecanismo foi criado para solucionar os conflitos gerados pela aplicação dos acordos sobre o comércio internacional entre os membros da OMC. As negociações na OMC são feitas em Rodadas, hoje, ocorre a Rodada de Doha (Agenda de Desenvolvimento de Doha - Doha Development Agenda) iniciada em 2001.
Além disso, a OMC realiza Conferências Ministeriais a cada dois anos. Existe um Conselho Geral que implementa as decisões alcançadas na Conferência e é responsável pela administração diária. A Conferência Ministerial escolhe um diretor geral com o mandato de quatro anos, atualmente o Diretor geral é Pascal Lamy, que tomou posse em 1 de Setembro de 2005.

NOSSA ECONOMIA/ O QUE TEMOS DE MELHOR?

Economia de Moçambique

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Cerca de 45% do território moçambicano tem potencial para agricultura, porém 80% dela é de subsistência. Há extração de madeira das florestas nativas. A reconstrução da economia (após o fim da guerra civil em 1992, e das enchentes de 2000) é dificultada pela existência de minas terrestres não desativadas. O Produto interno bruto de Moçambique foi de US$ 3,6 bilhões em 2001. O país é membro da União Africana.
Principais produtos agrícolas (dados de 1997)
algodão
cana-de-açúcar
castanha de caju
copra (polpa do coco)
mandioca.
Pecuária (dados de 1996)
bovinos (1,3 milhões)
suínos (175 mil)
ovinos (122 mil)
A pesca é reduzida - 30,2 mil t em 1996.
Minérios: carvão, sal, grafite, bauxita, ouro pedras preciosas e semipreciosas. Possui também reservas de gás natural e mármore.
Indústria: alimentos; têxtil; vestuário; tabaco; química; bebidas (cerveja).
O país tem um grande potencial turístico, destacando-se as zonas propícias ao mergulho nos seus mais de 2 mil km de litoral, e os parques e reservas de animais no interior do país. Para atrair investimentos estrangeiros, criou o Corredor de Desenvolvimento de Nacala (CDN), junto ao porto daquela cidade, com acesso rodoviário, suprimento de energia elétrica, e com ligação por ferrovia até o vizinho Malaui.

RECORDAR É VIVER/NOSSA HISTÓRIA

A história de Moçambique encontra-se documentada pelo menos a partir do século X, quando um estudioso viajante árabe, Al-Masudi, descreveu uma importante atividade comercial entre as nações da região do Golfo Pérsico e os "Zanj" da "Bilad as Sofala", que incluía grande parte da costa norte e centro do atual Moçambique.
No entanto, vários achados arqueológicos permitem caracterizar a "pré-história" do país (antes da escrita). Provavelmente o evento mais importante dessa pré-história seja a fixação nesta região dos povos bantus que, não só eram agricultores, mas introduziram a metalurgia do ferro, entre os séculos I e IV.
Entre os séculos X e XIX existiram no território que atualmente é Moçambique vários estados bantus, o mais conhecido foi o império dos Mwenemutapas (ou Monomotapa).
A penetração portuguesa em Moçambique, iniciada no início do século XVI, só em 1885 — com a partilha de África pelas potências europeias durante a Conferência de Berlim — se transformou numa ocupação militar, com a submissão total dos estados ali existentes, levando, no início do século XX, a uma verdadeira administração colonial.

Vista panorâmica da cidade de Maputo.
Depois de uma guerra de libertação que durou cerca de 10 anos, Moçambique tornou-se independente em 25 de Junho de 1975, na sequência da Revolução dos Cravos, a seguir à qual o governo português assinou com a Frelimo os Acordos de Lusaka. Após a independência, com a denominação de República Popular de Moçambique, foi instituído no país um regime socialista de partido único, cuja base de sustentação política e económica se viria a degradar progressivamente até à abertura feita nos anos de 1986-1987, quando foram assinados acordos com o Banco Mundial e FMI. A abertura do regime foi ditada pela crise económica em que o país se encontrava, pelo desencanto popular com as políticas de cunho socialista e pelas consequências insuportáveis da guerra civil que o país atravessou entre 1976 e 1992.
Na sequência do Acordo Geral de Paz, assinado entre os presidentes de Moçambique e da Renamo, o país assumiu o pluripartidarismo, tendo tido as primeiras eleições com a participação de vários partidos em 1994.
Para além de membro da ONU, da União Africana e da Commonwealth, Moçambique é igualmente membro fundador da SADC (Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral) e, desde 1996, da Organização da Conferência Islâmica.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

VIDA DIFÍCIL DA ÁFRICA

Os nossos lideres estão preocupados com o poder deixando de lado o bem-estar da população. Dos 14 paises da Comunidade para o desenvolvimento da Africa Austral (SADC), estão entre os com IDH médio: Africa do Sul, Lesoto, Madagascar, Namíbia, Malawi, Tanzânia e Zimbábwe. Os paises com renda per capita muito baixa lidera a R.D do Congo com 0,86 dólares por dia, Malawi 2,18 e Moçambique 2,30. Entre os paises da região o mais populoso é R.D do Congo com mais de 62 milhões de habitantes, Africa do Sul mais de 47 milhões, Tanzânia com mais de 40 milhões Moçambique e Madagascar com mais de 20 milhões de habitantes, veja abaixo os detalhes:

País População PIB R.per capita C. diário
Botsuana 1.952.048 25.676 bi 16.450 45,69
Maurícia 1.264.866 16.000 bi 13.703 38,00
A. do Sul 47.900.000 467.950 bi 10.600 29,44
Angola 19.900.000 91.286 bi 5.590 15,53
Namíbia 2.020.916 10.646 bi 5.249 14,58
Suazilândia 1.128.814 5.626 bi 4.836 13,43
Lesoto 2.013.141 5.106 bi 2.700 7,50
Tanzânia 40.213.162 39.262 bi 1.256 3,49
Madagascar 20.042.551 19.950 bi 1.068 2.97
Zambia 11.668.000 13.025 bi 1.000 2.78
Moçambique 20.069.738 17.000 bi 830 2.30
Malawi 13.931.831 10.470 bi 785 2.18
R.D. Congo 62.600.000 19.021 bi 311 0,86
Zimbábwe 12.576.741 ( ° ) ( ° ) ( ° )

NB: infelizmente o Zimbábwe não tem informações .

fonte: WIKIPÉDIA
A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral existe desde 1992, quando foi decidida a transformação da SADCC (Southern Africa Development Co-ordination Conference ou Conferência para o Desenvolvimento da África Austral), criada em 1980 por nove dos estados membros. Hoje a SADC engloba 14 países do sul da África.
Os países membros somam uma população de aproximadamente 210 milhões de pessoas e um PIB de aproximadamente 226 bilhões de dólares, valor este que, embora não seja muito alto (semelhante ao da Suécia), já é significante, especialmente levando-se em conta as economias dos países vizinhos.
A região enfrenta uma série de problemas, desde dificuldades naturais como secas prolongadas até, mais significativamente, a enorme disseminação da AIDS e a grande pobreza do povo local. A erradicação e promoção de medidas capazes de lidar com condições está entre as principais metas do grupo, que são:
Promover o crescimento e desenvolvimento econômico, aliviar a pobreza, aumentar a qualidade de vida do povo africano, e prover auxílio aos mais desfavorecidos por meio de integração regional;
Evoluir valores políticos, sistemas e instituições comuns;
Promover e desenvolver a paz e a segurança;
Promover o desenvolvimento auto-sustentável por meio da interdependência coletiva dos Estados membros e da auto-confiabilidade;
Atingir a complementaridade entre as estratégias e programas nacionais e regionais;
Promover e maximizar a utilização efetiva de recursos da região;
Atingir utilização sustentável de recursos naturais e a proteção do meio-ambiente;
Reforçar e consolidar as afinidades culturais, históricas e sociais de longa data da região.”
O financiamento aos projetos é obtido através de duas maneiras principais. A primeira e mais importante é a contribuição de cada um dos membros, com o valor baseado no PIB de cada um; a segunda é através da colaboração de parceiros econômicos internacionais, como a UE e alguns países desenvolvidos, que dependem do projeto a ser desenvolvido.

Principais objetivos

Para atingir-se a liberação econômica, é essencial que se promova o desenvolvimento industrial local. Com a industrialização atingir-se-ia a independência em relação aos produtos industrializados estrangeiros, e, o que também é importante, aos produtos da África do Sul, que exerce um claro domínio sobre o mercado dos seus vizinhos. A estratégia principal consiste na reabilitação e aprimoração das capacidades já existentes.
Os projetos de industrialização tentam seguir as diretrizes de produzirem sempre mercadorias de destaque no mercado regional, mas que possam também ser exportadas, seja para fora do bloco ou não, e que tenham a maior parte possível da matéria prima extraída dentro dos países membros. Tendo isso em mente, a produção tem concentrado-se em manufaturados de necessidade imediata e produtos de base, além de produtos de apoio às atividades industriais que estiverem sendo desenvolvidas.
Apesar de ser um importante passo inicial, não se pode ver esse plano como uma meta final da industrialização, pois os seus objetivos são demasiadamente confinados às economias locais e profundamente imediatistas, perdendo de vista em alguns momentos o âmbito global: embora não se possa querer já começar com uma indústria forte na exportação, é necessário ter-se essa meta afixada para um futuro não tão distante.
Um dos poucos projetos na área de educação, o treinamento de mão-de-obra qualificada tem sido, em parte, realizado. Os profissionais a serem formados são aqueles que foram julgados como os mais importantes ao desenvolvimento imediato, como gestores públicos, técnicos, engenheiros (especialmente agrícolas) e cientistas com formações aplicáveis à indústria. Devido à eminente falta de capacidade de treinamento local desses cargos, têm-se oferecido bolsas de estudo em localidades estrangeiras, embora não haja muitas iniciativas para a criação de centros de formação intelectual e técnica.
Como já foi referido anteriormente, o combate ao HIV também encontra-se entre as prioridades da SADC. As metas afixadas incluem ter em 2010 noventa e cinco por cento da população entre quinze e vinte e quatro anos informada sobre os conceitos básicos que concernem a doença, ter menos de cinqüenta por cento das crianças infectadas, e, em 2015, obter o decrescimento do número de infectados.
Também pretende-se aumentar a participação da mulher em todas as camadas da sociedade. Espera-se em menos de cinco anos conseguir abolir todas as cláusulas sexualmente discriminatórias nas constituições de todos os países, instituir leis que garantam direitos iguais a homens e mulheres, reduzir a violência contra mulheres e crianças e chegar-se a uma significação muito maior da mulher na sociedade. Em uma década é esperado aumentar-se a participação feminina em cargos governamentais e empresas estatais.

Principais parceiros econômicos

O principal parceiro econômico externo ao SADC é a UE que, com o bloco mencionado realiza importantes trocas há alguns anos. Apesar da parcela do mercado europeu abocanhada pelo grupo estar decrescendo, cerca de três por cento atualmente contra sete na década de oitenta, essas trocas ainda representam a maior parte das exportações e importações externas ao grupo. Muitas medidas têm sido tomadas para evitar o domínio econômico pelo Norte, algumas com mais sucesso do que outras.

fonte: Wikipédia