Uma lição de Robert Frost
Robert Frost é meu poeta favorito. Embora goste de muitas de suas poesias, a
minha preferida é The Road Not Taken. Quase todos os dias recorro a suas
lições:
The road not taken
Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair,
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear
Though as for that the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads onto way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence;
Two roads diverged in a wood, and I
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.
Este espaço é dedicado a todos estudantes da área de administração, gestão e económia.Também aos empresários e aqueles que almejam em começar o seu próprio negócio. É importante acompanhar todos os capitulos de cada matéria postada neste blog para melhorar seu negócio neste mercado acirrado e globalizado. Acreditámos que o seu negócio poderá melhorar significamente.Assuntos interessantes também como economia e política farão parte neste espaço.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
65 MORTOS É O BALANÇO PERLIMINAR DE FORTES CHUVAS EM SANTA CATARINA
Ilhota é a cidade que tem mais mortes nas enchentes até agora
Pelo menos 65 pessoas morreram vítimas das fortes chuvas que atingiram Santa Catarina e provocaram enchentes e deslizamentos de terra desde a última semana, informou nesta terça-feira (25) a Defesa Civil estadual. Cerca de 60 municípios foram prejudicados, dos quais oito estão isolados pelas águas. Há 1,5 milhão de pessoas afetadas. Quase 50 mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas. A cidade de Ilhota é que tem mais mortes confirmadas. São 15, até o momento. De um avião que sobrevoou a área, funcionários do governo do estado tiraram fotos em que mal se identifica o que é rio e o que é cidade. De acordo com um levantamento feito pela Defesa Civil na manhã desta terça, as outras localidades que registraram mortes foram Brusque (1), Gaspar (10), Blumenau (13), Jaraguá do Sul (12), Pomerode (1), Bom Jardim da Serra (1), Luiz Alves (4), Rancho Queimado (2), Benedito Novo (2) e Rodeio (4). Quatro municípios - Gaspar, Rio dos Cedros, Nova Trento e Camboriú - decretaram estado de calamidade pública. Outros oito estão em situação de emergência. São eles: Balneário de Piçarras, Canelinha, Indaial, Nova Trento, Penha, Paulo Lopes, Presidente Getúlio e Rancho Queimado. Além das diversas casas atingidas por deslizamentos de terra e da cheia de rios, muitas estradas do estado estão interditadas por queda de barreiras e alagamentos. Cerca de 500 homens do Exército ajudam a prestar socorro às vítimas das enchentes em Blumenau, cidade mais afetada pelas chuvas. "Santa Catarina enfrenta a pior tragédia climática da história", disse o governador do estado, Luis Henrique da Silveira (PMDB), em entrevista coletiva. Após uma conversa de Silveira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo federal colocou à disposição os suprimentos necessários, informou a Defesa Civil. Tempo A chuva deu uma trégua em praticamente todo o estado de Santa Catarina na madrugada desta terça, segundo a Defesa Civil. Chovia apenas no litoral, mas os índices pluviométricos não passavam de 1 milímetro por hora, o que é uma chuva considerada de pequena intensidade. Os índices mais preocupantes são aqueles que passam dos 10 milímetros por hora. A previsão do tempo indica chuva em Florianópolis nesta terça, de acordo com dados do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC). ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Para Blumenau, o CPTEC coloca a probabilidade de chuva em 10%. Serviços Em razão dos temporais, os Correios suspenderam os serviços de Sedex 10 e Sedex Hoje no estado. Os demais serviços - inclusive o Sedex normal - estão mantidos. No entanto, o cliente será informado, no ato da postagem, de que o prazo de entrega poderá ser mais longo do que o praticado normalmente. Em caso de dúvida, o cliente poderá procurar orientação nas agências ou por meio do "Fale Conosco" do site dos Correios. As chuvas também causaram o rompimento de um duto da Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) entre as cidades de Luiz Alves e Blumenau. A empresa informou que o abastecimento foi interrompido do município de Guaramirim até o Rio Grande do Sul.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
A FUNÇÃO PRODUÇÃO
Como sabemos, toda organização é formada para produzir alguma coisa:
Máquinas, materiais, roupas, alimentos, serviços etc.
( toda empresa mesmo que não tenha um processo de transformação tem uma
função produção, pois tem um produto a ser oferecido a um público consumidor)
Visa transformar bens ou criar utilidades, além disso, É uma função peculiar : difere de empresa para empresa
q Quando uma empresa se dispõe a produzir alguma coisa, significa que ela desenvolveu um profundo conhecimento sobre seu produto final, tais como :
Caract. Técnicas, tipo de material a ser usado, desempenho, utilidade, forma etc.
Esse conhecimento é o que denominamos de Know-how.
O Know-how - pode ser próprio ( desenvolvido na própria empresa)
Ou adquirido - absorvido de outras empresas
1) PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO- PCP
Após a decisão de produzir um produto ou serviço, deve-se iniciar o planejamento dessas atividades.
a) Localização da Planta - onde ficará a fábrica /empresa. Devemos considerar:
· Mercado de Mão-de-obra - recursos humanos locais
· Fácil acesso à matéria-prima - ( toda usina siderúrgica é localizada nos centros de produção de minérios)
· Mercado consumidor - local próximo , reduzindo custos de transportes. ( pode ser secundária)
· Facilidades de infra-estrutura - água, luz, fone, clima adequado ao produto, transportes, preço da terra, facilidades de expansão, menor pressão de controle da poluição etc.
· Considerações locais - regiões mais interessantes, vantagens de incentivos para instalação, expansão.
b) Capacidade da fábrica ( capacidade instalada)
- Leva em consideração a absorção do mercado consumidor ( demanda). Considera:
-Tempo de operação da fábrica
- Unidade em relação ao tempo de produção
- Volume de vendas esperado
- Capacidade de produção de cada máquina ou equip.
c) Seleção e edificação da fábrica
- São considerados os tipos básicos de construção e:
- Facilidades de expansão
- Sistema de luz e ventilação
- Flexibilidade na disposição do layout
- Os custos de manejo dos materiais
- Outros - áreas p/ empregados ( descanso, refeitórios, ambulatórios, creches etc.)
2) PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO
Detalhamento dos programas e planos - ou, a atividade que procura combinar as necessidades de produção com os recursos e equipamentos disponíveis. ( para produzir os resultados esperados).
a) Métodos de programação
- Produtos ( unidades) que se repetem - Escala ( previsão de vendas)
- Produtos ( unidades) que não se repetem - encomendas ( pedidos recebidos)
- Diversificados ( misto )
b) Técnicas de programação
Distribuir as cargas de trabalho em função do tempo e acompanhar a seqüência lógica de cada operação.
- Gráfico de Gannt - constitui um método esquemático que fornece infs. Relativas à programação da produção, a carga nos dept. ou máqs. Individuais e à disponibilidade de pessoal e equip.
- Início programado para a operação -
- Término programado para a operação
- Tempo programado para a execução
- Trabalho já realizado
- Período de tempo coberto por este símbolo bloqueado para qualquer trabalho
CONTROLE DA PRODUÇÃO
O setor preocupado com os controles de qualidade e custo na produção é conhecido como Dept. de Controle da Produção.
A preocupação principal é atingir as exigências do mercado.
O Sistema de controle não é complexo se contém apenas poucas partes, porém pode tornar-se, se o produto for constituído por um grande número de componentes e subconjuntos.
Atividades mais importantes:
a) Assegurar a qualidade do produto acabado ou suas partes;
b) Assegurar a qualidade da matéria prima utilizada para a execução do produto final;
c) Estabelecer padrões para a qualidade necessária ao produto;
d) Estabelecer um programa de inspeção.
ENGENHARIA DO PRODUTO
Normalmente o primeiro passo para o planejamento do produto é a pesquisa. Concepção de um novo produto ou a melhoria do produto antigo, ou soluções de problemas em relação ao projeto do produto em execução.
Determinação do Valor econômico do produto
Analisa uma série de fatores, tais como:
Mercado, custo e disponibilidade de materiais, custo de produção, distribuição, margens etc.
ENGENHARIA DO PROCESSO
Layout da fábrica - é o arranjo das facilidades e serviços dentro da área de trabalho. ( também conhecido como arranjo físico). Quando esse arranjo é feito de forma correta, permite atingir vários objetivos na área de produção:
1) Integração dos centros produtivos de forma lógica eficiente;
2) Facilita os movimentos de materiais e de pessoal;
3) Permite modificações necessárias qdo do surgimento de outros produtos ou modificações no produto atual;
4) Garante alocação própria e eficiente do espaço.
Para construir um arranjo físico que permita um alto padrão de produção por um baixo custo é necessário levar em consideração:
1) Tipo de processo de produção a ser adotado; por produto, por processo
2) Política de produção ( própria, terceirizada, mista)
3) Tipo de Produção ( contínuo, intermitente )
4) Volume de mão-de-obra necessária ( equipamentos agrupados, ou seqüencial )
5) Volume de trabalho ( evitar o estrangulamento "gargalo"
6) Transporte interno ( fluxo de materiais)
7) Necessidade de flexibilidade - interrupções em máquinas.
ATIVIDADES AUXILIARES
Atividades auxiliares ou de suporte são:
Almoxarifado, ferramentaria, apontamento de mão-de-obra, armazenagem etc.
- Almoxarifado - mat.prima, produtos semi-acabados ou acabados, executar compras, entrada e saida de materiais, controle de estoques ( níveis mínimos e máximos);
- Ferramentaria - depende do produto
- Manutenção - manter os equip. em pleno funcionamento - manutenção preventiva - periódica - manutenção corretiva - quando o equip. para de funcionarArmazenagem - é a guarda do produto - pode ser executado em várias fases do processo produtivo.
FUNÇÃO FINANCEIRA
Tem como objetivo básico a obtenção de fundos suficiente para manter o negócio em operação. - usar da melhor forma os fundos obtidos.
(Basicamente se preocupa com a eficiente aquisição e o uso do capital )
Levando em conta sempre: Liquidez e a rentabilidade
Liquidez - capacidade da empresa liquidar suas obrigações
Rentabilidade - retorno do capital ( mostrando rentabilidade está implícita certa liquidez)
Objetivos da função financeira é
-Obter o montante adequado de capital
-Conservar o capital e saber obter lucro com o seu uso
Ou seja - a maximizar a riqueza de seus proprietários
1. DECISÃO DE INVESTIMENTOS
Consiste na alocação de capital a projetos de investimentos, cujos benefícios serão auferidos no futuro. Envolve riscos
Assim, como os lucros futuros devem ser estimados, as decisões financeiras devem levar em conta não apenas os lucros esperados, mas também o risco incremental )
-Além de selecionar novos investimentos a administração da empresa deve gerir os ativos existentes de modo eficiente;
- Preocupar-se com a disponibilidade de caixa - para fazer frente às despesas a curto prazo - ( capital circulante - para assegurar a liquidez)
(RESUMIDO - Aplicação de recursos, pagamentos diversos e Investimentos)
Fluxo circular (esquema)
INICIO - capital circulante (giro) - compra de recursos de produção - produção de bens - venda de bens - recebimento sobre vendas - outros recebimentos - perdas sobre maus pagadores- juros sobre capital emprestado - repagamento de débitos (salários) - taxas e impostos - (dividendo pagos) = capital circulante
2. DECISÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE DIVIDENDOS ( lucros)
Consiste na determinação da porcentagem dos lucros a ser distribuída aos acionistas em forma de :
-Dinheiro ( pró-labore - dividendos a cada acionista)
-Bonificações
-Recompra de ações
FONTES DE FUNDOS
( onde buscar recursos para sobreviver e poder crescer )
Todas as empresas enfrentam o problema de financiar operações do dia-a-dia, tais como: salários, impostos, emergências, manutenção de equipamentos etc)
-De terceiros e Próprios
FONTES DE TERCEIROS
a) Empréstimos de capital de terceiros
Considerado a curto-prazo - bancos, outras empresas e agências governamentais
Envolve pesquisa em termos de: necessidades, prazo, taxa de custo, condições de restituição
Algumas modalidades de empréstimos bancários:
- Capital de giro (dpl. nota promissória)
- Crédito rotativo
- Finame (maqs. e equip.)
- Financiamento direto (dvs modalidades)
- Res. 63 ( variação cambial) Leasing ( arrendamento mercantil)
Outras empresas
Consórcios
Factoring ( desconto de cheques)
Agências governamentais ( bancos de fomento) investimentos de Longo prazo
BNDES - BADEP - Programas especiais - recursos do FAT /FGTS Incentivos fiscais etc.
b) Emissão de debêntures
Títulos representativos de divida a longo prazo ( custo fixo de juros, com escala de resgate do valor corrigido)
FONTES DE CAPITAL PRÓPRIO
Considerado fonte de recursos a longo prazo ( desde a constituição do capital com rec. dos proprietários), aportes dos sócios, utilização de incentivos, emissão de títulos ao público investidor, retenção de lucros, depreciação do ativo fixo.
Emissão de títulos - emissão de ações - envolve promoção, sustentação em bolsa, subscrições, pagamento de dividendos; ( balanços auditados, índices e posição financeira, imagem,
Lucros retidos - não há débito a ser pago
Depreciação - despesa sem desembolso (ativo fixo - veículos, prédios, maquinas etc.)
(Basicamente se preocupa com a eficiente aquisição e o uso do capital )
Levando em conta sempre: Liquidez e a rentabilidade
Liquidez - capacidade da empresa liquidar suas obrigações
Rentabilidade - retorno do capital ( mostrando rentabilidade está implícita certa liquidez)
Objetivos da função financeira é
-Obter o montante adequado de capital
-Conservar o capital e saber obter lucro com o seu uso
Ou seja - a maximizar a riqueza de seus proprietários
1. DECISÃO DE INVESTIMENTOS
Consiste na alocação de capital a projetos de investimentos, cujos benefícios serão auferidos no futuro. Envolve riscos
Assim, como os lucros futuros devem ser estimados, as decisões financeiras devem levar em conta não apenas os lucros esperados, mas também o risco incremental )
-Além de selecionar novos investimentos a administração da empresa deve gerir os ativos existentes de modo eficiente;
- Preocupar-se com a disponibilidade de caixa - para fazer frente às despesas a curto prazo - ( capital circulante - para assegurar a liquidez)
(RESUMIDO - Aplicação de recursos, pagamentos diversos e Investimentos)
Fluxo circular (esquema)
INICIO - capital circulante (giro) - compra de recursos de produção - produção de bens - venda de bens - recebimento sobre vendas - outros recebimentos - perdas sobre maus pagadores- juros sobre capital emprestado - repagamento de débitos (salários) - taxas e impostos - (dividendo pagos) = capital circulante
2. DECISÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE DIVIDENDOS ( lucros)
Consiste na determinação da porcentagem dos lucros a ser distribuída aos acionistas em forma de :
-Dinheiro ( pró-labore - dividendos a cada acionista)
-Bonificações
-Recompra de ações
FONTES DE FUNDOS
( onde buscar recursos para sobreviver e poder crescer )
Todas as empresas enfrentam o problema de financiar operações do dia-a-dia, tais como: salários, impostos, emergências, manutenção de equipamentos etc)
-De terceiros e Próprios
FONTES DE TERCEIROS
a) Empréstimos de capital de terceiros
Considerado a curto-prazo - bancos, outras empresas e agências governamentais
Envolve pesquisa em termos de: necessidades, prazo, taxa de custo, condições de restituição
Algumas modalidades de empréstimos bancários:
- Capital de giro (dpl. nota promissória)
- Crédito rotativo
- Finame (maqs. e equip.)
- Financiamento direto (dvs modalidades)
- Res. 63 ( variação cambial) Leasing ( arrendamento mercantil)
Outras empresas
Consórcios
Factoring ( desconto de cheques)
Agências governamentais ( bancos de fomento) investimentos de Longo prazo
BNDES - BADEP - Programas especiais - recursos do FAT /FGTS Incentivos fiscais etc.
b) Emissão de debêntures
Títulos representativos de divida a longo prazo ( custo fixo de juros, com escala de resgate do valor corrigido)
FONTES DE CAPITAL PRÓPRIO
Considerado fonte de recursos a longo prazo ( desde a constituição do capital com rec. dos proprietários), aportes dos sócios, utilização de incentivos, emissão de títulos ao público investidor, retenção de lucros, depreciação do ativo fixo.
Emissão de títulos - emissão de ações - envolve promoção, sustentação em bolsa, subscrições, pagamento de dividendos; ( balanços auditados, índices e posição financeira, imagem,
Lucros retidos - não há débito a ser pago
Depreciação - despesa sem desembolso (ativo fixo - veículos, prédios, maquinas etc.)
OS RECURSOS DE UMA EMPRESA
Vantagem competitiva: gestão de recursos, habilidades e competências
Os Recursos de uma empresa
Os recursos de uma empresa podem ser definidos como todos os ativos,
capacidades, processos organizacionais, atributos empresariais, informações e
conhecimentos controlados pela empresa para conceber e implementar estratégias que aperfeiçoem sua eficiência e eficácia.
Neste contexto entende-se por recursos, os ativos tangíveis e os intangíveis que são vinculados de forma semi-permanente à empresa.
Os recursos tangíveis podem ser assim desmembrados em: recursos financeiros, recursos organizacionais, recursos físicos e recursos tecnológicos. O valor de muitos recursos tangíveis pode ser visualizado em um demonstrativo financeiro, mas os intangíveis não.
Por isso os demonstrativos financeiros não refletem a realidade total de uma empresa. Os recursos são fontes das capacidades da empresa, que por sua vez, são fonte das competências essenciais da empresa, sobre as quais as vantagens competitivas são calcadas.
Os recursos intangíveis são:
o conhecimento, a confiança existente entre gerentes e funcionários,
as idéias, a capacidade de inovação, as capacidades gerenciais e científicas, a
reputação das empresas em relação aos seus bens e serviços, entre outros.
E são classificados da seguinte forma:
recursos humanos que compreende conhecimentos, confiança, capacidade gerencial, rotinas de organização, etc.,
Recursos de inovação que são as idéias, a capacidade de inovação e a capacidade científica, e ainda os
Recursos de reputação que são a confiabilidade junto aos clientes, nome da marca,
percepção de qualidade, durabilidade e confiabilidade do produto, reputação junto
aos fornecedores, interações e relações de eficiência, eficácia, suporte e benefício recíproco.
Um aspecto crucial para a análise da competitividade é a possibilidade de
transferir recursos. Neste sentido, o recurso será mais valorizado quanto menor seja a possibilidade de adquiri-lo no mercado, garantindo à organização uma vantagem estratégica. Através da análise interna, uma empresa identifica seus recursos, capacidades e competências essenciais e, ainda, determina que ações poderão ser tomadas, ou seja, quais estratégias serão formuladas para se chegar ao objetivo determinado. Vale ressaltar que um recurso isolado não consegue gerar vantagem competitiva, para isso é necessário combinar diversos recursos disponíveis na organização.
CAPACIDADES
Os Recursos de uma empresa
Os recursos de uma empresa podem ser definidos como todos os ativos,
capacidades, processos organizacionais, atributos empresariais, informações e
conhecimentos controlados pela empresa para conceber e implementar estratégias que aperfeiçoem sua eficiência e eficácia.
Neste contexto entende-se por recursos, os ativos tangíveis e os intangíveis que são vinculados de forma semi-permanente à empresa.
Os recursos tangíveis podem ser assim desmembrados em: recursos financeiros, recursos organizacionais, recursos físicos e recursos tecnológicos. O valor de muitos recursos tangíveis pode ser visualizado em um demonstrativo financeiro, mas os intangíveis não.
Por isso os demonstrativos financeiros não refletem a realidade total de uma empresa. Os recursos são fontes das capacidades da empresa, que por sua vez, são fonte das competências essenciais da empresa, sobre as quais as vantagens competitivas são calcadas.
Os recursos intangíveis são:
o conhecimento, a confiança existente entre gerentes e funcionários,
as idéias, a capacidade de inovação, as capacidades gerenciais e científicas, a
reputação das empresas em relação aos seus bens e serviços, entre outros.
E são classificados da seguinte forma:
recursos humanos que compreende conhecimentos, confiança, capacidade gerencial, rotinas de organização, etc.,
Recursos de inovação que são as idéias, a capacidade de inovação e a capacidade científica, e ainda os
Recursos de reputação que são a confiabilidade junto aos clientes, nome da marca,
percepção de qualidade, durabilidade e confiabilidade do produto, reputação junto
aos fornecedores, interações e relações de eficiência, eficácia, suporte e benefício recíproco.
Um aspecto crucial para a análise da competitividade é a possibilidade de
transferir recursos. Neste sentido, o recurso será mais valorizado quanto menor seja a possibilidade de adquiri-lo no mercado, garantindo à organização uma vantagem estratégica. Através da análise interna, uma empresa identifica seus recursos, capacidades e competências essenciais e, ainda, determina que ações poderão ser tomadas, ou seja, quais estratégias serão formuladas para se chegar ao objetivo determinado. Vale ressaltar que um recurso isolado não consegue gerar vantagem competitiva, para isso é necessário combinar diversos recursos disponíveis na organização.
CAPACIDADES
As combinações dos recursos tangíveis e intangíveis resultam nas capacidades, que são as habilidades que a empresa tem de organizar os recursos para se chegar a uma proposição desejada. Sabendo utilizar as capacidades, a empresa pode conseguir uma vantagem competitiva sustentável. A habilidade implica saber como fazer, ou seja, envolve a capacidade prática, física e mental e é adquirida, principalmente, através do treinamento e da experiência adquirida.
O desenvolvimento de habilidades está fortemente relacionado à experiência. A experiência é uma forma de aquisição dos conhecimentos, principalmente tácitos, oriundos das vivências pessoais. Como as capacidades estão enraizadas em processos organizacionais que englobam muitas pessoas e podem conectar diversas empresas, elas estão menos sujeitas que outros tipos de ativos a impedimentos. Porém há muitos desafios que precisam ser enfrentados para fazer desta capacidade uma realidade, a superioridade competitiva de uma capacidade precisa ser demonstrável, ou seja, ser viável sua comprovação através de um teste objetivo; E as empresas que buscam desenvolver capacidades superiores como base para vantagens competitivas sustentáveis devem evitar desprezar tendências e similaridades.
As capacidades, conforme Mintzberg (2006 apud RAMOS, 2007), baseiam-se
no conhecimento organizacional, no que as organizações fazem. As atividades que uma determinada organização pode desempenhar, de acordo com possíveis proficiências é o que pode caracterizar suas capacidades, ou seja, são as atividades que a empresa executa com excelência que a diferencia e a deixa com vantagem frente aos seus concorrentes, atribuindo valor aos seus bens e serviços por um longo período.
É importante ressaltar que nem sempre os recursos e capacidades de uma
empresa são bens estratégicos. Alguns recursos podem ser o ponto fraco de uma empresa. Como por exemplo, a falta de recursos financeiros para investir em capital humano capacitado ou em equipamentos; Dessa forma a empresa não terá vantagem competitiva, nem desenvolverá uma competência essencial nessa área.
Nessa situação, o recurso financeiro que é um bem tangível, é um ponto fraco da empresa.
COMPETÊNCIAS
A competência é a inteligência prática para situações que se apóiam sobre os conhecimentos adquiridos e os transformam com tanto mais força, quanto mais aumenta a complexidade das situações. De modo geral, as competências “baseiam-se no desenvolvimento, transporte e intercâmbio de informações e conhecimentos através do capital humano da empresa” (HITT; IRELAND e HOSRISSON, 2002).
Na administração a preocupação das organizações em contar com indivíduos
preparados para o desempenho eficiente de determinada função não é recente.
Taylor (1970) já alertava para a necessidade das empresas contarem com homens eficientes, ressaltando que a procura pelos competentes excedia à oferta. À época, baseadas no princípio taylorista de seleção e treinamento do trabalhador, as empresas procuravam aperfeiçoar em seus empregados as habilidades necessárias para o exercício de atividades específicas, restringindo-se às questões técnicas relacionadas ao trabalho. Em decorrência de pressões sociais e do aumento da complexidade das relações de trabalho, as organizações passaram a considerar, no processo de desenvolvimento profissional de seus empregados, não só questões técnicas, mas, também, os aspectos sociais e comportamentais do trabalho.
No âmbito organizacional competência pode ser conceituada como um
conjunto de conhecimentos, habilidades, tecnologias, sistemas físicos, gerenciais e valores que geram um diferencial competitivo para a organização (STOLLENWERK,
Essa competência gera vantagem competitiva à empresa, e é difícil de ser
copiada pelos concorrentes.
Dentre as teorias que abordam a competitividade das organizações, duas linhas assumem destaque a partir da década de 1990. Uma delas tem sua origem nos estudos realizados por Porter (1990), onde segundo o autor, a fonte da vantagem competitiva da organização está centrada na sua capacidade de inovar e evoluir. Esta capacidade deve ser desenvolvida como uma resposta às pressões e desafios enfrentados na relação da empresa com o ambiente.
Portanto, o ambiente impele a busca por inovação, estimulando as empresas a procurar respostas internas para fazer frente às novas demandas.
A segunda linha está centrada nos estudos de Prahalad e Hamel (1995) apud
Brandão e Guimarães (2001), quando os autores utilizam o termo competência
essencial para identificar as capacidades organizacionais que qualificam as
empresas para obter vantagem competitiva frente às suas concorrentes. Sem
dúvida, eles deram uma contribuição muito importante no sentido de atribuir ao termo competência, atualmente, uma dimensão estratégica. A dimensão estratégica está fortemente relacionada ao fato de os autores centrarem a análise nas competências coletivas. A perspectiva é de que as empresas ao conseguirem identificar e desenvolver competências necessárias terão obtido o passaporte para o sucesso. Apresentada desta maneira parece ser uma tarefa fácil, mas certamente não o é; De qualquer forma, as empresas que conseguirem realizar a tarefa, conquistarão importante vantagem competitiva sobre seus concorrentes.
Os autores acrescentam ainda que uma competência somente será considerada como essencial se passar pelos seguintes testes: valor percebido pelos clientes, diferenciação entre concorrentes e capacidade de expansão.
A formulação da estratégia competitiva deve buscar potencializar a
competência na qual a empresa é mais forte.
CONCLUSÃO
O valor estratégico dos recursos é indicado pelo grau com que podem contribuir para o desenvolvimento das capacidades e competências essenciais, e por fim, de uma vantagem competitiva. Já as funções de uma organização
requerem, para serem executadas de um conjunto de competências ou capacidades de vários tipos (como a capacidade de fazer pesquisa ou de fabricar produtos com baixo custo), suportadas pelos diversos tipos de recursos ou ativos (incluindo patentes, maquinário, etc).
As competências organizacionais podem ser combinadas de várias formas
para se obter vantagens competitivas, sejam elas, joint-ventures ou outras formas de alianças com parceiros, acordos de licenciamento, relações de franquias e contratos de longo prazo, cuja combinação extensiva resulta em redes. Elas podem acontecer em paralelo, como quando uma empresa de eletrônicos combina sua capacidade de
pesquisas com uma empresa de produtos mecânicos para desenvolver um conjunto de novos produtos eletromagnéticos; Ou podem acontecer seqüencialmente, como quando a capacidade de projeto de uma empresa é combinada com a capacidade de produção de outra.
De forma sucinta podemos concluir que os recursos, por meio das capacidades, geram as competências da organização. As competências essenciais da empresa são aquelas que lhe proporcionam um diferencial competitivo e uma vantagem estratégica, que pode ser posicional ou sustentável, dependendo dos seus recursos e capacidades. Desta forma, a identificação das necessidades e a gestão dos recursos, capacidades e competências individuais e organizacionais tornam-se essenciais para a diferenciação e sustentação das empresas no mercado atual.
MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS
O que é Análise Técnica?
A análise técnica ou análise gráfica, de maneira resumida, é uma abordagem que utiliza gráficos como ferramenta principal para determinar o melhor momento (e preço) para comprar e vender ativos. Em complemento a utilização de gráficos, a análise técnica inclui também uma série de teorias sobre como acontecem os movimentos do mercado.
Um pouco de história
As origens da análise técnica moderna estão nos trabalhos de Charles Dow no início do século XX. Dow junto com Edward D. Jones publicava um informativo financeiro que mais tarde seria o "The Wall Street Journal". Através do jornal, Dow apresentava suas observações sobre o comportamento do mercado. O conjunto desses textos seria posteriormente reunido, gerando o que pode ser considerado o início da análise técnica: a teoria de Dow.
Análise Técnica x Análise Fundamentalista
São duas escolas diferentes de análise. As características principais da análise fundamentalista são:
· Tenta medir o valor intrínseco de um ativo, ou seja determinar um valor adequado que reflita a situação da empresa no presente e as expectativas futuras.
· O valor intrínseco inclui fatores difíceis de quantificar como posicionamento da empresa no mercado.
· Análise fundamentalista estuda as questões relativas à economia e perspectivas do segmento a que pertence a empresa.
· Avalia como ocorre o gerenciamento da empresa.
Características da análise técnica são:
· Analisa os dados gerados pelas transações como preço e volume.
· Utiliza os gráficos na busca de padrões.
· Visualiza a ação dos componentes emocionais presentes no mercado.
· Analisa as tendências e busca determinar alvos (até onde os preços irão se movimentar).
As duas escolas têm por objetivo determinar o que comprar/vender quando comprar/vender. Contudo, utilizam abordagens claramente diferentes para atingir esse objetivo.
Importância da Análise Técnica
A análise técnica funciona porque o mercado corresponde à soma dos desejos, medos e expectativas das pessoas. O valor de um ativo reflete o encontro entre os que acreditam que o ativo irá se valorizar (compra) versus aqueles que pensam o contrário (venda). Essas manifestações aparecem nos gráficos.
As pessoas lembram-se dos valores em que ganharam ou perderam dinheiro. Dessa maneira, começa a formação de zonas de preços difíceis de ultrapassar, são as chamadas regiões de suporte e resistência como veremos ao longo do tutorial. De modo semelhante, as tendências são formadas e a análise técnica oferece ferramentas que possibilitam medir a força da tendência e mesmo sua provável extensão.
Outro fator importante é a crescente popularidade da análise técnica. Conforme ela ganha mais adeptos, mais pessoas passam a utilizar suas teorias e a perceber, simultaneamente, padrões de compra e venda, o que acaba por impulsionar o movimento de preço.Não podemos esquecer ainda o dinamismo da análise técnica. Durante o dia surgem diversas oportunidades de negócios, pois o mercado se repete e os mesmos padrões que uma pessoa observa em um gráfico de nível diário pode aparecer diversas vezes ao longo de um único pregão.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
PAI RICO, PAI POBRE/ SÉRIE 3
Sobre o emprego
A maioria das pessoas passa a vida atrás de contracheques, aumentos de salários e segurança no emprego – tudo isso para satisfazer seus desejos e medos.
· É como a história do burro que movimenta o carro enquanto seu dono fica balançando uma espiga de milho à frente de seu nariz.
· O dono do burro pode estar indo aonde deseja ir, mas o burro está correndo atrás de uma ilusão. Amanhã haverá outra espiga de milho para o burro.
·
· Se o burro pudesse entender todo o contexto, ele poderia pensar duas vezes antes de sair correndo atrás de uma espiga de milho.
· Portanto, Pense sempre sobre a fábula do burro.
· Pensar que um emprego os fará sentir-se seguros é mentir para si mesmo.
Pense que um emprego é uma solução de curto-prazo para um problema teu que é de longo-prazo.
· Aprenda a usar as emoções para pensar e não pensar com suas emoções.
· A armadilha é o consumo
Sobre o dinheiro
A maioria das pessoas não percebe que na vida o que importa não é quanto dinheiro você ganha, mas quanto dinheiro você conserva.
As pessoas ricas adquirem ativos. Os pobres e a classe média adquirem obrigações pensando que são ativos.
(ativos põem dinheiro no seu bolso, um passivo é algo que tira o dinheiro do seu bolso.)
O dinheiro muitas vezes expõe as falhas humanas.
As pessoas dizem “estou endividado, preciso de mais dinheiro”
Mais dinheiro muitas vezes não resolve o problema, pode até aumentá-lo.
· Se seu padrão for gastar tudo o que ganha, o mais provável é que um aumento de dinheiro apenas resulte num aumento de despesas – levando ao ditado: “um louco e seu dinheiro fazem uma grande festa” .
A aptidão financeira - é o que você faz com o dinheiro depois que o ganhou. – Quanto tempo você o conserva e o quanto esse dinheiro trabalha para você. (existem muitas pessoas bem sucedidas profissionalmente, mas analfabetas do ponto de vista financeiro).
A classe média vive na chamada “corrida de ratos”
· Economizam tudo antes de se casar - Compram uma casa pequena, economizam mais ainda para aumentar sua residência, logo vem um filho – mais economia, o carro sempre é financiado.
· Depois vem os outros e mais economia – investem tudo no consumo e em seus filhos (impostos e empregados) – quando ficam velhos – alguns percebem que foram escravos do consumo.
· Seus hábitos de compra o leva a buscar mais rendas – e o problema será interminável.
· Pense: se você descobre que se enterrou num buraco ....pare de cavar.
Regra e pensamento japonês.
Os 3 poderes (A espada, a jóia, e o espelho)
A espada simboliza o poder das armas – quem tem armas tem poder (EUA)
A jóia representa o dinheiro – quem tem dinheiro tem poder – Lembre-se do ditado: “quem tem o ouro faz as regras”
O espelho é poder do autoconhecimento – segundo os japoneses é o maior conhecimento .
(os pobres e a classe média permitem que o poder do dinheiro os controle.)
Todos em geral, acompanham a multidão – fazem exatamente o que todo mundo faz .
“ O medo de ser diferente impede que muitas pessoas busquem novas formas de resolver seus problemas”
Sobre a Riqueza
A riqueza é a capacidade de uma pessoa sobreviver tantos dias a mais...ou se eu parar de trabalhar hoje, por quanto tempo poderei sobreviver?
A maioria das pessoas trabalha para todo mundo (patrão, governo, bancos
etc) menos para elas próprias
A recomendação: Cuide do seu negócio.
1 Reduza as suas despesas
2 Se desfaça dos passivos
3 Nunca use crédito (recursos de terceiros)
O bom negócio é aquele que não depende da minha presença
(se tiver que trabalhar nele – não é negócio – torna-se uma profissão)
1 Boas ações
2 Fundos mútuos
3 Imóveis com alta rentabilidade
Quem paga imposto são os pobres e a classe média – os ricos não são tributados.
(eles repassam, criam S/As, - uma sociedade anônima protege os ricos)
É um instrumento jurídico legal, sem alma e que protege a fortuna dos ricos)
Os empregados ganham e o imposto é descontado na fonte, assim eles tem que tentar sobreviver com o que sobra. – Uma soc. Anônima fatura, gasta tudo, investe e só paga algum imposto do que sobra. – é como a diferença entre andar e voar.
Os ricos controlam tudo, mas não possuem nada.
Toda vez que as pessoas tentam punir os ricos, estes não apenas não obedecem, como reagem – eles têm o poder e o dinheiro e principalmente a vontade de mudar as coisas.
Os pobres e a classe média não tem essas ferramentas.
(eles são espetados para a doação de sangue).
Normalmente no mundo dos negócios quem prospera não são os talentosos, mas os ousados.
· Muitas pessoas talentosas são dominadas pelo medo – falta de autoconfiança, pelo comodismo, pavor do risco.
Sobre as mudanças
· Podemos afirmar que esta é a época mais empolgante para se viver – prefiro saudar a mudança do que temê-la.
· È a morte do velho e o nascimento do novo – poderá ser tumultuada mais empolgante.
· Algumas pessoas seguem em frente e outras tentam se agarrar a modos de vida e pensamentos decadentes.
· O ativo mais poderoso que possuímos é a nossa mente – se for focada pode gerar muita riqueza.
(não precisamos mais trabalhar com nossos corpos e sim com a mente)
· Plante sementes na coluna dos ativos – algumas se desenvolvem.
· Se você souber o que está fazendo – você não está jogando
· (o jogo é quando você põe dinheiro em alguma coisa e depois fica rezando para que certo). Investir é conhecer.
· A maioria das pessoas não ganha porque tem medo de perder.
· na verdade nós aprendemos errando (andar, bicicleta)
. As pessoas que tem pavor do fracasso, em geral ficam longe do sucesso.
Trabalhe para aprender
Quando se fala em dinheiro – a única habilidade que as pessoas conhecem é trabalhar mais.
Procurem emprego pelas oportunidades de aprendizado.
Não se deixem aprisionar como os ratos (hamsters nas gaiolas) – pedalam para sobreviver – e continuam na mesma gaiola.
Pensem no longo prazo – a instrução vale mais do que o dinheiro no longo prazo.
Algumas profissões são muito curtas (atletas profissionais)
Adágio popular: “ não se pode ensinar truques novos a cachorros velhos” principalmente para quem tem medo de mudar.
Tem muita gente que é pobre porque não é nem bom estudante nem bom mestre.
Comece cedo – o dia é hoje.
Todos querem ir para o céu – mas ninguém quer morrer.
“ Nunca encontrei ninguém apaixonado que não tivesse tido o coração despedaçado. E nunca encontrei ninguém rico que não tivesse perdido algum dinheiro”
É como andar de bicicleta – as quedas fazem parte do aprendizado.
Para os vencedores, os fracassos são uma inspiração.
Para os perdedores, o fracasso é uma derrota. John Rockefeller.
O fracasso inspira os vencedores, o fracasso derrota os perdedores.
Não dê ouvidos as galinhas pessimistas.
(só as dúvidas mantêm as pessoas na pobreza)
Saia do condicionamento – não seja preguiçoso.
Nunca seja arrogante – quando não souber – ou for ignorante a respeito de um assunto, comece a instruir-se – se aconselhe com especialistas.
Liste o que você não quer.
1 Não quero trabalhar a vida inteira.
2 Não quero ser sempre um empregado
3 Não quero pagar tanto impostos
Agora liste o que você quer.
1 Quero ser livre
2 Quero escolher os meus amigos
3 Quero aprender a investir
4 Quero viajar pelo mundo ainda jovem
5 Quero que o dinheiro trabalhe para mim
Algumas reflexões finais
1 Não ouça as pessoas pobres ou apavoradas (galinhas pessimistas e da mesma plumagem concordam entre si)
2 Invista sempre na sua formação – empregabilidade
3 Domine uma formula, e então aprenda outra
4 Não acompanhe a manada
5 Seja rápido
6 Pague a si mesmo primeiro – o poder da autodisciplina (se não pode se controlar – não pode ficar rico)
7 Nunca pague juros e não se endivide
8 Nunca permita que o mundo bata em você
9 Pague bem quem trabalha para você (tem que ser mais inteligente que você)
A maioria das pessoas passa a vida atrás de contracheques, aumentos de salários e segurança no emprego – tudo isso para satisfazer seus desejos e medos.
· É como a história do burro que movimenta o carro enquanto seu dono fica balançando uma espiga de milho à frente de seu nariz.
· O dono do burro pode estar indo aonde deseja ir, mas o burro está correndo atrás de uma ilusão. Amanhã haverá outra espiga de milho para o burro.
·
· Se o burro pudesse entender todo o contexto, ele poderia pensar duas vezes antes de sair correndo atrás de uma espiga de milho.
· Portanto, Pense sempre sobre a fábula do burro.
· Pensar que um emprego os fará sentir-se seguros é mentir para si mesmo.
Pense que um emprego é uma solução de curto-prazo para um problema teu que é de longo-prazo.
· Aprenda a usar as emoções para pensar e não pensar com suas emoções.
· A armadilha é o consumo
Sobre o dinheiro
A maioria das pessoas não percebe que na vida o que importa não é quanto dinheiro você ganha, mas quanto dinheiro você conserva.
As pessoas ricas adquirem ativos. Os pobres e a classe média adquirem obrigações pensando que são ativos.
(ativos põem dinheiro no seu bolso, um passivo é algo que tira o dinheiro do seu bolso.)
O dinheiro muitas vezes expõe as falhas humanas.
As pessoas dizem “estou endividado, preciso de mais dinheiro”
Mais dinheiro muitas vezes não resolve o problema, pode até aumentá-lo.
· Se seu padrão for gastar tudo o que ganha, o mais provável é que um aumento de dinheiro apenas resulte num aumento de despesas – levando ao ditado: “um louco e seu dinheiro fazem uma grande festa” .
A aptidão financeira - é o que você faz com o dinheiro depois que o ganhou. – Quanto tempo você o conserva e o quanto esse dinheiro trabalha para você. (existem muitas pessoas bem sucedidas profissionalmente, mas analfabetas do ponto de vista financeiro).
A classe média vive na chamada “corrida de ratos”
· Economizam tudo antes de se casar - Compram uma casa pequena, economizam mais ainda para aumentar sua residência, logo vem um filho – mais economia, o carro sempre é financiado.
· Depois vem os outros e mais economia – investem tudo no consumo e em seus filhos (impostos e empregados) – quando ficam velhos – alguns percebem que foram escravos do consumo.
· Seus hábitos de compra o leva a buscar mais rendas – e o problema será interminável.
· Pense: se você descobre que se enterrou num buraco ....pare de cavar.
Regra e pensamento japonês.
Os 3 poderes (A espada, a jóia, e o espelho)
A espada simboliza o poder das armas – quem tem armas tem poder (EUA)
A jóia representa o dinheiro – quem tem dinheiro tem poder – Lembre-se do ditado: “quem tem o ouro faz as regras”
O espelho é poder do autoconhecimento – segundo os japoneses é o maior conhecimento .
(os pobres e a classe média permitem que o poder do dinheiro os controle.)
Todos em geral, acompanham a multidão – fazem exatamente o que todo mundo faz .
“ O medo de ser diferente impede que muitas pessoas busquem novas formas de resolver seus problemas”
Sobre a Riqueza
A riqueza é a capacidade de uma pessoa sobreviver tantos dias a mais...ou se eu parar de trabalhar hoje, por quanto tempo poderei sobreviver?
A maioria das pessoas trabalha para todo mundo (patrão, governo, bancos
etc) menos para elas próprias
A recomendação: Cuide do seu negócio.
1 Reduza as suas despesas
2 Se desfaça dos passivos
3 Nunca use crédito (recursos de terceiros)
O bom negócio é aquele que não depende da minha presença
(se tiver que trabalhar nele – não é negócio – torna-se uma profissão)
1 Boas ações
2 Fundos mútuos
3 Imóveis com alta rentabilidade
Quem paga imposto são os pobres e a classe média – os ricos não são tributados.
(eles repassam, criam S/As, - uma sociedade anônima protege os ricos)
É um instrumento jurídico legal, sem alma e que protege a fortuna dos ricos)
Os empregados ganham e o imposto é descontado na fonte, assim eles tem que tentar sobreviver com o que sobra. – Uma soc. Anônima fatura, gasta tudo, investe e só paga algum imposto do que sobra. – é como a diferença entre andar e voar.
Os ricos controlam tudo, mas não possuem nada.
Toda vez que as pessoas tentam punir os ricos, estes não apenas não obedecem, como reagem – eles têm o poder e o dinheiro e principalmente a vontade de mudar as coisas.
Os pobres e a classe média não tem essas ferramentas.
(eles são espetados para a doação de sangue).
Normalmente no mundo dos negócios quem prospera não são os talentosos, mas os ousados.
· Muitas pessoas talentosas são dominadas pelo medo – falta de autoconfiança, pelo comodismo, pavor do risco.
Sobre as mudanças
· Podemos afirmar que esta é a época mais empolgante para se viver – prefiro saudar a mudança do que temê-la.
· È a morte do velho e o nascimento do novo – poderá ser tumultuada mais empolgante.
· Algumas pessoas seguem em frente e outras tentam se agarrar a modos de vida e pensamentos decadentes.
· O ativo mais poderoso que possuímos é a nossa mente – se for focada pode gerar muita riqueza.
(não precisamos mais trabalhar com nossos corpos e sim com a mente)
· Plante sementes na coluna dos ativos – algumas se desenvolvem.
· Se você souber o que está fazendo – você não está jogando
· (o jogo é quando você põe dinheiro em alguma coisa e depois fica rezando para que certo). Investir é conhecer.
· A maioria das pessoas não ganha porque tem medo de perder.
· na verdade nós aprendemos errando (andar, bicicleta)
. As pessoas que tem pavor do fracasso, em geral ficam longe do sucesso.
Trabalhe para aprender
Quando se fala em dinheiro – a única habilidade que as pessoas conhecem é trabalhar mais.
Procurem emprego pelas oportunidades de aprendizado.
Não se deixem aprisionar como os ratos (hamsters nas gaiolas) – pedalam para sobreviver – e continuam na mesma gaiola.
Pensem no longo prazo – a instrução vale mais do que o dinheiro no longo prazo.
Algumas profissões são muito curtas (atletas profissionais)
Adágio popular: “ não se pode ensinar truques novos a cachorros velhos” principalmente para quem tem medo de mudar.
Tem muita gente que é pobre porque não é nem bom estudante nem bom mestre.
Comece cedo – o dia é hoje.
Todos querem ir para o céu – mas ninguém quer morrer.
“ Nunca encontrei ninguém apaixonado que não tivesse tido o coração despedaçado. E nunca encontrei ninguém rico que não tivesse perdido algum dinheiro”
É como andar de bicicleta – as quedas fazem parte do aprendizado.
Para os vencedores, os fracassos são uma inspiração.
Para os perdedores, o fracasso é uma derrota. John Rockefeller.
O fracasso inspira os vencedores, o fracasso derrota os perdedores.
Não dê ouvidos as galinhas pessimistas.
(só as dúvidas mantêm as pessoas na pobreza)
Saia do condicionamento – não seja preguiçoso.
Nunca seja arrogante – quando não souber – ou for ignorante a respeito de um assunto, comece a instruir-se – se aconselhe com especialistas.
Liste o que você não quer.
1 Não quero trabalhar a vida inteira.
2 Não quero ser sempre um empregado
3 Não quero pagar tanto impostos
Agora liste o que você quer.
1 Quero ser livre
2 Quero escolher os meus amigos
3 Quero aprender a investir
4 Quero viajar pelo mundo ainda jovem
5 Quero que o dinheiro trabalhe para mim
Algumas reflexões finais
1 Não ouça as pessoas pobres ou apavoradas (galinhas pessimistas e da mesma plumagem concordam entre si)
2 Invista sempre na sua formação – empregabilidade
3 Domine uma formula, e então aprenda outra
4 Não acompanhe a manada
5 Seja rápido
6 Pague a si mesmo primeiro – o poder da autodisciplina (se não pode se controlar – não pode ficar rico)
7 Nunca pague juros e não se endivide
8 Nunca permita que o mundo bata em você
9 Pague bem quem trabalha para você (tem que ser mais inteligente que você)
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